Com atos previstos em mais de 170 cidades, a greve geral de junho de 2019 reuniu manifestantes convocados pelas centrais sindicais e movimentos de oposição à reforma da Previdência e aos cortes na educação na sexta-feira (14). Era esperado forte impacto no trânsito das grandes cidades.

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Apesar de haver o anúncio de que os ônibus não parariam em Curitiba, houve algumas movimentações contrárias. Parte dos ônibus não entrou em circulação e a espera por linhas que passam regularmente de 15 em 15 minutos chegaram a uma espera de 40 minutos pela manhã. Na “hora do rush”, os veículos trafegaram normalmente, com eventuais atrasos.

Durante a tarde, o trânsito na cidade foi lento ao lado da Praça Santos Andrade, onde houve manifestações e discursos em frente ao prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Eles se deslocaram por outras vias no Centro e chegaram a fazer colunas de fogo em alguns locais. Veja a cobertura completa da greve geral em Curitiba. Além disso, diversos outros pontos da cidade tiveram bloqueios causados por manifestantes. Entre as estradas que foram fechadas estão a BR-277, a BR-476 e o Contorno Sul.

No fim da manhã, diversas classes como servidores municipais e estaduais, professores, policiais e bombeiros se reuniram em frente ao Palácio Iguaçu, no Centro Cívico, para protestar. Eles saíram em caminhada de lá até a Praça Santos Andrade, no Centro. No começo da tarde, a caminhada continuou da praça até a Boca Maldita, no calçadão da Rua XV de Novembro.

A população voltou a sentir os efeitos da paralisação no fim da tarde, quando as filas nos terminais de ônibus voltaram a se acumular. Assim como no começo da manhã, muitas linhas acabaram afetadas, mas desta vez devido à movimentação dos manifestantes pelo centro da cidade.

Os atos foram encerados pouco depois das 20 horas, com uma série de discursos feitos por militantes contrários ao governo na Boca Maldita.

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