A expectativa das esposas dos policias militares é que, na sessão plenária da próxima segunda-feira, o projeto de lei do governo do Estado sobre o reajuste dos PMs seja votado com uma das emendas sugeridas pelos deputados. Segundo a presidente do Cimepon -Centro Integrado do Movimento das Esposas de PMs, Lúcia Sobral, elas esperam que seja aprovada a emenda número 2, que tem como relator o deputado estadual Algaci Túlio. A emenda prevê que o aumento seja diluído em três parcelas: 1.º de janeiro de 2003 concessão de 40%, 1.º de julho de 2003, mais 30% e 1.º de janeiro de 2004 os 30% restantes. Os valores da gratificação PM Especial deverão ser aplicados sobre o soldo. “Desta forma nós aceitamos. Caso contrário, vamos tentar vetar”, avisa Lúcia.

O projeto de lei do governo prevê um aumento de 130% para ser parcelado em três prestações até janeiro de 2005. Para as mulheres dos PMs esta proposta é uma absurda, já que o governador está protelando para o outro governo um aumento que não foi concedido ao longo de 8 anos. Lúcia diz que não serão realizados protestos até a próxima sessão na Assembléia Legislativa.