Pela primeira vez desde que foi instituído há dez anos, o PED (Processo de Eleições Diretas) do PT conta com uma cláusula que exige das chapas estaduais, municipais e nacionais cotas mínimas de mulheres (50%), etnias (20%) e jovens com menos de 30 anos (20%). O diretório nacional do PT conta com 82 membros. Nos estaduais e municipais esse número varia. A distribuição será feita com base em dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A ideia era enviar uma mensagem positiva para opinião pública, já que a paridade é uma bandeira do PT na reforma política. Mas as correntes estão tendo mais dificuldades para preencher suas chapas. “Temos muitas mulheres, mas em pequenos municípios de Santa Catarina, por exemplo, estamos com dificuldades para fechar a cota de negros”, afirma um dirigente da corrente Construindo um Novo Brasil.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.