O superintendente da Polícia Federal no Pará, delegado José Sales, disse que o gerente já prestou depoimento sobre seu possível envolvimento com a Engarrafadora Coroa, de Campina Grande (PB), acusada de ser uma das mentoras do esquema de fraudes e pagamento de propina a servidores públicos. “Farias Pires negou ter recebido qualquer vantagem financeira. Um de seus advogados anunciou que iria impetrar um habeas-corpus para que o gerente saia da cadeia antes de se esgotar o prazo de cinco dias do decreto de prisão.
Sales informou que a Polícia Federal ainda procura mais um suspeito de envolvimento com a organização criminosa em Belém. O nome não foi divulgado para não prejudicar o trabalho dos policiais.
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