Os responsáveis pela investigação sobre o massacre de mendigos no centro de São Paulo pediram hoje (27) à 1ª Vara do Júri a quebra do sigilo telefônico dos suspeitos que tiveram a prisão temporária decretada no caso. O objetivo é saber se os quatro detidos conversaram entre eles nos dias em que ocorreram os ataques – 19, 20 e 22 de agosto. As agressões deixaram sete moradores de rua mortos e oito feridos. A medida anunciada havia uma semana foi tomada só depois que a polícia obteve os números de telefones celulares que seriam utilizados pelos suspeitos – dois policiais militares e dois seguranças.
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