Vereadores de Curitiba pretendem auxiliar os guardadores de carro da cidade a retirar seu registro profissional e identificá-los com crachá e colete padronizados. Embora a profissão de guardador de carros – os chamados flanelinhas – seja regulamentada desde 1975, pela Lei Federal 6.242, são poucos os trabalhadores que procuram fazer o seu registro na Delegacia Regional do Trabalho do Paraná (DRT-PR).
Em Curitiba, a ideia é descobrir, até o fim do ano, quantos são esses guardadores e ajudá-los a obter a documentação necessária para solicitar o registro profissional. O vereador Jair Cezar (PSDB) admitiu haver demora e dificuldade de organização dos guardadores de carro.
Para o chefe da Seção de Relações do Trabalho da DRT-PR, Fabio Lantmann, o que falta é informação. “Faltam também definições, principalmente no âmbito municipal, de saber quais as localidades em que existem esses trabalhadores e onde esse tipo de trabalho vai ser permitido, já que há lugares extremamente profissionais e outros carentes de qualificação”, avalia.
Em Maringá, nos próximos 30 dias, a Câmara de Vereadores pode votar um projeto de lei proposto pelo vereador Wellington Andrade (PRP), que pretende regulamentar a atividade dos flanelinhas.
“A intenção é tirar das ruas os marginais que se fazem passar por guardadores de carros”, avisa o vereador. A fiscalização será feita pela Secretaria de Trânsito do município.


