Em um ano de funcionamento, a unidade móvel do Serviço Nacional de Emprego (Sine) atendeu 1.300 trabalhadores em todas as regionais de Curitiba. Foram confeccionadas pela unidade 239 novas carteiras de trabalho, 150 cadastros de primeiro emprego, 200 encaminhamentos a vagas de emprego e 400 consultas.

O Sine Móvel de Curitiba é uma unidade que visita locais oferecendo os serviços que são feitos na agência fixa. Nela é possível pedir a confecção da carteira de trabalho, a inscrição em uma vaga de emprego, o curso de qualificação profissional, ou o cadastro de novos usuários àqueles que não conseguem ir a uma das agencias do Sine. A unidade móvel funciona em um carro “van”, adaptado com armários, ar condicionado, impressora e mesas. Todo o sistema é online.

A descentralização do atendimento à população foi implantada pela Secretaria Municipal do Trabalho e Emprego para abordagem a públicos específicos. Entre os públicos que atendidos pelo Sine Móvel estão concluintes de cursos de escolarização ou capacitação profissional, idosos, associações de moradores, jovens candidatos ao primeiro emprego, pessoas com deficiência e trabalhadores sem habilitação.

“A descentralização dos serviços é fundamental para nossa gestão. O Sine Móvel deve estar onde a população mais precisa e vamos atendê-la mesmo em horário diferenciado”, explica a vice-prefeita e secretária do Trabalho e Emprego, Mirian Gonçalves.

Na manhã desta sexta-feira (05),o Sine Móvel esteve na Escola de Educação Especial Primavera, no Tarumã, para atender pessoas com deficiência que queiram requerer a Carteira de Trabalho ou serem encaminhadas a uma vaga de emprego. Trinta alunos da escola foram atendidos pelo equipamento da Secretaria Municipal do Trabalho e Emprego.

Os estudantes da Escola Primavera estão sendo capacitados na instituição para serem inseridos no mercado de trabalho. “Nossa maior meta é possibilitar aos nossos alunos assumir uma vaga de emprego e ter uma crescente vida profissional. Temos alunos com 10 anos de trabalho em uma mesma empresa e sempre continuamos a oferecer assistência psicológica e social para que sejam seguros e independentes”, diz a diretora da escola, Juleide Ramon.

Andressa Moretti tem 19 anos e está sendo encaminhada ao primeiro emprego. “Gostaria de trabalhar em supermercado. Sei que posso e vou me dar bem”, disse. Alisson Guimarães, que recebeu sua primeira carteira de trabalho, está animado. “Sei fazer pão e bolo. Trabalhei por dois anos na panificadora da escola e me especializei. Agora vou para o mercado de trabalho”, afirmou.

A ação na Escola de Educação Especial Primavera teve o apoio da Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Paraná Online no Facebook