Servidores do Ministério da Saúde e da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) reivindicam reajuste salarial de 25% e a criação de um plano de carreira. Eles alegam que estão sem aumento há oito anos e que não houve avanços nas negociações com o governo federal. Os trabalhadores realizam nesta quarta-feira (30) uma manifestação em frente à sede do Ministério da Saúde em Curitiba, na Rua Cândido Lopes, no centro da cidade. Parte das atividades foi paralisada nesta manhã.

A mobilização faz parte do Dia Nacional de Luta em Defesa dos Direitos dos Trabalhadores da Seguridade Social. Os servidores também pedem paridade entre trabalhaodres ativos e aposentados, melhoria das condições de trabalho, piso nacional para os trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS) e a redução da jornada de trabalho de 40 para 30 horas semanais, sem alteração no salário.

“Não houve avanços na negociação desta vez e o que foi negociado anteriormente não foi cumprido. Este ato mostra indignação quanto à atitude do governo. Podemos entrar em greve a qualquer momento”, afirma Sebastião José de Oliveira, agente de saúde pública e diretor do Sindicato dos Servidores Públicos Federais em Saúde, Trabalho e Previdência Social (Sindiprevs) no Paraná. Já há um indicativo de greve aprovado.