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Rodoviária velha de Maringá será demolida

  • Por Mara Andrich

Henri Jr./DNPR
Prédio teve estrutura comprometida depois que teto desabou.

A Estação Rodoviária Américo Dias Ferraz, conhecida como rodoviária velha de Maringá, dará lugar a um grande prédio comercial no ano que vem. Os vereadores da cidade aprovaram ontem, em segunda discussão, a alteração da Lei do Uso e Ocupação do Solo para a quadra em que a rodoviária se encontra. Com isso, no local poderá ser construído um edifício com 36 andares, seis a mais do que a lei anterior previa.  

Na última quinta-feira, os vereadores já haviam convocado uma sessão extraordinária para aprovar as mudanças na lei em primeira discussão. A votação deu 10 a 2. O procurador do município de Maringá, Laércio Fondazzi, explicou que uma reunião foi realizada com os 47 proprietários do terreno onde está a rodoviária para discutir o assunto. O dia ainda não está definido, mas a previsão é que o edital de concessão da área seja lançado em janeiro.

A empresa que vencer a concorrência ficará responsável não só pela construção do novo prédio, mas também pela demolição da estrutura ainda existente. Ele explicou também que o edifício será comercial e que as obras não deverão causar transtornos. ?É um local onde estão localizadas a Catedral, a Prefeitura, entre outros prédios importantes. Por isso a obra não pode ter muito impacto. Provavelmente serão duas torres?, comentou.

A parte térrea do edifício ficará para a Prefeitura. Segundo Fondazzi, o local será um centro cultural, onde provavelmente irá funcionar a biblioteca da cidade. Somente o centro cultural deverá medir cerca de 10 mil metros quadrados. A altura estimada do prédio é de 110 metros – a Catedral, que se localiza nas proximidades, tem 125 metros.

A estrutura atual da rodoviária velha está comprometida em função do desabamento de parte do teto no início do ano – essa não foi a primeira vez que houve um desabamento no local. Desde então, peritos realizaram vistorias no que restou da rodoviária e tiveram que interditá-la, pois a estrutura foi considerada condenada. Ainda não há previsão de início das obras.

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