RFFSA desmente leilão do terreno da Rodoferroviária

"Não passou de um alarme falso", foi assim que o chefe do escritório da Rede Ferroviária Federal (RFFSA) em Curitiba, Mauro Piazetta, classificou a informação que seria confirmado o leilão do terreno onde está a Rodoferroviária de Curitiba, devido a dívidas trabalhistas.

A área já havia sido arrematada por um grupo de investidores do interior do Estado na sexta-feira, por R$ 7,5 milhões, e a rede tinha até ontem para quitar a dívida e evitar a confirmação do leilão, porém, segundo o escritório da RFFSA, o leilão já estaria suspenso desde o dia 1.º de junho.

"Realmente existia a previsão de leilão, mas a rede entrou com um recurso na vara competente (Vara do Trabalho de Maringá), que determinou a suspensão do leilão no dia 1.º", revelou Piazetta. "Acredito que, devido à greve dos servidores da Justiça do trabalho, a informação da suspensão não tenha chegado aos organizadores do leilão. Mas hoje (ontem) eu já conversei com o pessoal e está tudo esclarecido", concluiu. Assim, por determinação judicial, o leilão está suspenso por tempo indeterminado.

Apesar da suspensão, Mauro Piazetta reconheceu a possibilidade de, a qualquer momento, o terreno voltar a ser leiloado, "afinal, são inúmeros os processos em que está envolvida a penhora de bens", lembrou. 

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