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Paraná

Rede já promoveu 220 adoções de cães na cidade

Equipe também fez mais de 2 mil aplicações gratuitas de microchips

Aproximadamente 220 cães foram adotados em Curitiba nos primeiros 11 meses deste ano, graças a ações promovidas pela Rede de Proteção Animal da Secretaria Municipal do Meio Ambiente. Este foi um dos bons resultados conquistados pela equipe, que também fez mais de 2 mil aplicações gratuitas de microchips em cães e gatos e superou a expectativa em número de atendimentos a denúncias de maus tratos.

“O fortalecimento da Rede de Proteção Animal e a criação da Guarda Municipal de Proteção Animal são alguns dos fatores responsáveis pelo aumento registrado no número de denúncias sobre maus tratos de animais”, comenta o diretor do departamento de Pesquisa e Conservação de Fauna, da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Alexander Biondo.

Desde janeiro, foram realizadas mais de 3,7 mil vistorias, a partir de denúncias recebidas pelo fone 156, da Prefeitura de Curitiba. “Isso demonstra a importância da participação da população curitibana nas ações”, diz o diretor.

A Guarda Municipal de Proteção Animal, criada no início de 2013, realizou 726 atendimentos ao longo do ano. Destes, 698 foram relacionados a maus tratos de animais, 16 sobre fiscalização a comércio irregular e 12 flagrantes a criadores irregulares.

Biondo destaca que, apenas nos meses de outubro e novembro, quatro canis clandestinos foram denunciados à Rede, numa parceria com a Polícia Civil e a Sociedade Protetora dos Animais de Curitiba, que intermedeia ações coordenadas de diversos grupos de proteção animal e protetoras independentes. Os locais foram vistoriados, fechados, autuados e aproximadamente 170 animais foram resgatados, tratados e encaminhados para adoção.

“Pela primeira vez vimos este apoio mútuo entre os órgãos, o que foi estimulado pelo trabalho da Rede”, disse a agrônoma Yanê Carvalho, que há sete anos atua como protetora independente de cães em Curitiba. Ela diz que as ações deflagradas em 2013 pela Rede de Proteção Animal resultaram em atuações concretas e efetivas.

Segundo a protetora, houve grande avanço ainda nas questões de castração e adoção de animais. “Hoje, as pessoas de baixa renda e as protetoras independentes têm muito acesso ao serviço gratuito de castração de animais, já que o processo foi muito agilizado”, informou Yanê.

Ela elogiou também o incentivo às adoções de animais que ocorreu neste ano pela Rede de Proteção Animal. Segundo Yanê, protetoras independentes, como ela, tiveram mais oportunidade de levar os animais até as feiras de adoção, facilitando o processo. “Tudo isso teve reflexo direto na educação e conscientização da população sobre a proteção animal”, comentou.

Balanço

Outra novidade implantada pela Rede de Proteção Animal neste ano diz respeito aos cães que vivem em terminais de ônibus da cidade, que também passaram a ser atendidos pelos veterinários da Rede com exame clínico, microchipagem, vacinação, desverminação, castração e atendimento clínico-cirúrgico gratuitos, através do projeto Cães Comunitários.

A ação faz parte de um projeto de pesquisa pioneiro aprovado pela Fundação Araucária do Paraná e já beneficiou diretamente 41 cães comunitários. Destes, nove foram adotados e os outros recebem atendimento diário. Segundo o projeto, um mantenedor é responsável pelo fornecimento de água e alimentação e também por informar aos veterinários da Rede sobre qualquer problema de saúde do animal.

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1 Comentário em "Rede já promoveu 220 adoções de cães na cidade"


geovane mirol
geovane mirol
5 anos 6 meses atrás

Ao invez de ficarem criticando quem despreza esses geradores de doenças, levem para suas casas esses pulguentos

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