Professores seguem pressionando governo

Um dia depois da paralisação nas universidades estaduais, sindicatos docentes das cinco instituições se reuniram ontem, em Maringá, para um balanço geral sobre os efeitos dos três dias de greve. Na ocasião, dois representantes de cada universidade foram indicados para compor o comando de mobilização e construção da greve.

O comando planeja para o próximo dia 5 uma grande manifestação em Curitiba, mas que ainda deve ser confirmada em reunião do comando no dia 2 de julho, em Cascavel. Os sindicalistas afirmam que se o governo não encaminhar qualquer proposta de reajuste salarial, a conclusão será de greve por tempo indeterminado. Em entrevista a rádios de Londrina, ontem, o governador Roberto Requião não negou a necessidade de um reajuste salarial à categoria, mesmo enfatizando que as cinco universidades e 15 faculdades estaduais têm, em média, 12 alunos por professor, enquanto na Universidade Federal do Paraná (UFPR) o número sobe para 22. ?O fato de estar no limite não significa que o governo não esteja disposto a melhorar os salários?, declarou.

O secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldair Rizzi, ao receber a notícia da possível manifestação em Curitiba no próximo dia 5, disse que ?o governo não vai funcionar sob pressão?.

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