Com medo de encontrar o ponto eletrônico como meio de controle de frequência nas unidades públicas de ensino superior, representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Terceiro Grau Público de Curitiba (Sinditest) aprovaram, na última quinta-feira (25), um indicativo de greve.

“Só queremos que esse controle seja estendido a todos os funcionários, não só aos técnicos administrativos”, explica o presidente do Sinditest, Wilson Messias. Mas a paralisação não deverá acontecer: de acordo com o vice-reitor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Rogério Mulinare, não haverá imposição de meios de controle: “Ainda não definimos que caminho a UFPR adotará. Em nenhuma das propostas aparece o ponto eletrônico”.