A Delegacia de Castro começou a ouvir nesta segunda-feira (23) as vítimas do acidente ocorrido domingo (22), por volta das 16h, em um parque de diversões que deixou várias pessoas feridas. Além dos interrogatórios, peritos do Instituto de Criminalística fizeram uma perícia no local do acidente e no brinquedo durante todo o dia.

“Com os depoimentos, vamos ter mais informações para podermos definir as causas do acidente”, afirmou o delegado que investiga o caso Getúlio de Moraes Vargas.

Até o momento, apenas o proprietário do brinquedo foi ouvido. De acordo com o depoimento, a fabricação do brinquedo era artesanal, feita por ele mesmo.

“Ele disse que tudo estava em ordem e que a autorização para todos os brinquedos funcionarem no local seriam providenciadas pelo organizador do parque”, explicou o delegado Vargas.

Cada brinquedo do parque pertencia a um dono diferente. O responsável pela organização do local está sendo procurado pela polícia, mas ainda não foi localizado. Segundo o delegado, o Corpo de Bombeiros não fez vistoria no parque porque não teria sido procurado.

Acidente

O acidente aconteceu em uma feira que comemorava os 305 anos da cidade de Castro. O brinquedo, que faz giros de até 360 graus, partiu ao meio e despencou deixando pelo menos oito pessoas, entre 12 e 18 anos, feridas.

Elas foram atendidas pelo Siate, encaminhadas a um hospital e liberadas. Permanece internado em um hospital em Ponta Grossa um adolescente de 15 anos que ficou gravemente ferido no acidente.