Este sábado de Carnaval (14) seria um dia de trabalho para o pintor Reinaldo Batista Goncalves, 62 anos, mas ele não chegou ao seu destino ao se tornar mais uma vítima por atropelamento nas ruas de Curitiba.

O pintor caminhava pela Rua Cascavel, no bairro Boqueirão, justamente em função do trecho não possuir calçada, quando foi atropelado e morto por um Honda Fit, guiado por um jovem de 18 anos. O acidente ocorreu por volta das 8h.

Com o impacto, na altura do cruzamento com a Rua Waldemar Loureiro de Campos, o corpo foi arremessado 300 metros para frente e o carro só foi parar mais adiante, quase no cruzamento com a Rua João Eloy Cardoso.

O motorista do carro identificado como Vinícius dos Santos Lopes, 18 anos, foi encaminhado para a Delegacia de Delitos de Trânsito (Dedetran). Segundo os policiais, o bafômetro não acusou ingestão de bebida alcóolica. O rapaz prestou depoimento e foi liberado. A polícia abriu inquérito.

Segundo a vizinhança, só foi possível ouvir a freada e o barulho da batida. Somente a investigação poderá concluir o que causou o acidente, se foi distração somada à falta de experiência ou direção acima da velocidade permitida na via que é de 40km/h.

Uma das três filhas do pintor, a manicure Silvana Adelaide Vieira, 39 anos, estava no local com outros integrantes da família, que não se conformavam com a morte prematura de Reinaldo. “Só nos resta esperar que haja justiça”, lamentou.

Caminhão de lixo

Quinze minutos depois desse atropelamento, na mesma região, na Rua Doutor. Décio Dossi, um caminhão de lixo acabou atingindo um idoso de 72 anos. A vítima foi encaminhada com ferimentos leves para o Hospital do Trabalhador.

Com o impacto, na altura do cruzamento com a rua Waldemar Loureiro de Campos, o corpo foi arremessado 300 metros para frente e o carro só foi parar mais adiante, quase no cruzamento com a rua João Eloy Cardoso. O motorista do carro identificado como Vinícius dos Santos Lopes, 18 anos, foi encaminhado para a Delegacia de Delitos de Trânsito (Dedetran). Segundo os policiais, o bafômetro não acusou ingestão de bebida alcóolica. O rapaz prestou depoimento e depois liberado até o final do inquérito. Segundo a vizinhança, só foi possível ouvir a freada e o barulho da batida, mas a polícia ainda vai investigar se o que causou o acidente foi distração somada a falta de experiência ou direção acimada da velocidade permitida na via que é de 40km/h.
Uma das três filhas do pintor, a manicure Silvana Adelaide Vieira, 39 anos, estava no local com outros integrantes da família, que não se conformavam com a morte prematura de Reinaldo. “Só nos resta esperar que haja Justiça”, lamentou.

Caminhão de lixo
Quinze minutos depois desse atropelamento, na mesma região, na rua Dr. Décio Dossi, um caminhão de lixo acabou atingindo um idoso de 72 anos. A vítima foi encaminhada com ferimentos leves para o Hospital do Trabalhador.