Paraná discute questões do trabalho infantil

O trabalho infantil reduziu, mas não acabou no Paraná. A taxa, que era 8,95% em 2004, baixou para 8,56% em 2005. A população ocupada, de 5 a 15 anos, é de mais de 175 mil. Muito ainda precisa ser feito pela erradicação. Sabendo disso, até o próximo dia 22, o assunto está sendo debatido em cinco grandes cidades do estado. O intuito é sensibilizar e transformar essa realidade.

Os debates, que começaram ontem por Cascavel, passam por Curitiba, Londrina, Maringá e Guarapuava. A iniciativa de levar essa discussão para a população veio da organização não governamental Ciranda, em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), do Fórum Estadual de Erradicação do Trabalho Infantil (Feti) e da Secretaria de Estado do Trabalho e Promoção Social.

De acordo com Elza Campos, coordenadora do Feti, o que a população precisa entender é que o trabalho infantil é proibido por lei. ?Anula a infância, atrapalha o desenvolvimento da criança e a torna um adulto precoce e infeliz?, afirma. Entre os setores de atuação, onde ainda há criança trabalhando no Paraná, estão o lixão, comércio ambulante, engraxate, comércio de drogas, prostituição e na área rural, na agricultura, inclusive do fumo, também nas pedreiras, garimpos, tecelagem, pesca, olarias, madeireiras e carvoaria.

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