Negociação entre os vigilantes e patrões não avança

Em reunião na manhã de ontem na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE), representantes do Sindicato dos Vigilantes de Curitiba e Região e do Sindicato das Empresas de Segurança Privada (Sindesp-PR) não chegaram a acordo em relação à negociação do pagamento do adicional de periculosidade. Na segunda-feira, os trabalhadores pararam por 24 horas em protesto ao não pagamento do benefício. Além do protesto, os vigilantes também confirmaram o indicativo de greve, previsto para o próximo dia 1.º.

Segundo João Soares (foto), presidente do Sindicato dos Vigilantes, durante o encontro os representantes das empresas de segurança não apresentaram nenhuma proposta em relação ao pagamento do adicional. “Houve a reunião, mas não obtivemos nenhum progresso na negociação. A única coisa que aconteceu é que o sindicato patronal nos disse que na terça-feira vão apresentar a proposta aos trabalhadores. Teremos assembleia na quarta-feira e vamos discutir a proposta. Mas o indicativo de greve está mantido”, disse Soares.

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