Os médicos-residentes que aderiram à manifestação da categoria se reuniram na manhã desta terça-feira (24) em frente ao Hospital de Clínicas (HC) da Universidade Federal do Paraná (UFPR). No protesto, foram distribuídos panfletos para esclarecer a população sobre os fatos que geraram a greve.

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Do total de 276 residentes do HC, 170 aderiram à greve e, segundo a diretoria do hospital, não haverá cancelamento de consultas. No interior, a mobilização iniciou na sexta nos hospitais universitários de Londrina e Maringá. Em Cascavel, até o momento, não houve greve.

A paralisação no Hospital Cajuru deve começar na próxima sexta-feira para os atendimentos nos setores de geriatria e clínica médica. Na segunda-feira (23), cerca de 300 consultas foram canceladas no Hospital Evangélico.

A previsão é de que até o final da semana os residentes dos hospitais Pequeno Príncipe, Santa Casa e Cajuru também participem da paralisação. O Hospital do Trabalhador não deve ser atingido pela greve.

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Os residentes pedem reajuste da bolsa-auxílio de R$ 1.916 para R$ 2,7 mil, além de auxílio-moradia e alimentar, ampliação da licença-maternidade, e o cumprimento das 60 horas de trabalho por semana. Na quarta-feira, uma reunião em Brasília entre a Comissão Nacional de Greve, a Associação Nacional dos Médicos Residentes e o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, deve definir o destino da manifestação.

Com informações de Fernanda Deslandes.

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