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Mais um jacaré vive no Parque Barigüi

  • Por Rubens Chueire Jr.
Foto: Alexandre Mazzo/SMCS
O novo morador do Barigüi seria
da espécia “jacaré do Pantanal”.

Um novo hóspede do Parque Barigüi, em Curitiba, está chamando a atenção dos moradores da região e de quem costuma passar pelo local. Além do jacaré papo-amarelo, que habita o parque há mais de dez anos, a presença de um segundo animal se tornou comum desde o início do ano. Técnicos da Prefeitura confirmaram a presença do segundo jacaré há duas semanas, mas ainda não conseguiram identificar com precisão as características do novo habitante. Pesquisadores acreditam que seja da espécie popularmente conhecida como jacaré do Pantanal.

Segundo o biólogo e assessor da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, José Tadeu Motta, a presença de outro animal tem causado receio nas pessoas que freqüentam o parque. Ele afirmou que a Secretaria vinha recebendo notícias da presença do jacaré desde novembro do ano passado. “Todos estão acostumados com o animal mais antigo. Ele sempre fica em locais isolados do parque. As pessoas não correm perigo, inclusive por causa da sinalização que existe no local. Com o novo morador, com certeza o risco aumenta, já que não sabemos como ele se comporta”, diz o biólogo.

A Secretaria já solicitou ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) uma autorização para retirada do jacaré, e orientação quanto ao melhor destino do bicho. Por lei, compete ao Ibama a responsabilidade pela fauna silvestre.

O biólogo acredita que os jacarés chegaram ao Barigüi por meio de solturas clandestinas no próprio lago do parque ou no rio. “De maneira irresponsável ou mesmo por desconhecimento, as pessoas acabam comprando ou capturando o animal quando filhote e não dão conta de mantê-lo quando começa a se desenvolver”, explica.

De acordo com a Secretaria, mesmo com autorização e orientação do Ibama sobre o local a ser destinado ao jacaré, a captura depende de um planejamento estratégico. “Estamos com uma equipe acompanhando toda a movimentação no parque e estudando algumas possibilidades de captura do animal. Apesar de não ser muito grande (1,30 ou 1,20 metro), ele é um bicho veloz”, completa o biólogo.

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