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Lixo eletrônico é a renda de família no Sítio Cercado

Por mês, são quatro mil quilos de vidros e cinco mil quilos de plásticos produzidos

  • Por Magaléa Mazziotti

Mais de quatro mil monitores de computador e TV ocupam o negócio da família de Eliane Fagundes de Almeida, 36 anos, o Almeida Comércio Eletrônico e Informática. Há 12 anos, o marido dela percebeu a oportunidade de renda na reciclagem de eletrônicos e a família entrou no circuito separando plásticos, vidros e deflatores. Por mês, são quatro mil quilos de vidros e cinco mil quilos de plásticos produzidos. “Tem dias que chego a dispensar doações porque não vencemos mais a produção de lixo eletrônico na cidade”. Informações: (41) 3378-9584.

Ainda dá um caldo

Com o caldo de cana que vende na Izaak Ferreira da Cruz de segunda a sábado, o ex-caminhoneiro Domingos Favorete, 64, acabou de comprar à vista um Gol 2010, “que vai dar pra passear com a família”.

Pichação

Vândalos não respeitam fachadas de comércio, placas de sinalização e o que mais tiver pela frente. “Não fica um mês sem uma nova pichação”, relata um comerciante.

Bem servido

A professora e aeroviária Aline Fernanda Guermandi, 21 anos, veio do município de Roncador há 15 anos e viu o Sítio Cercado crescer. “Tem de cartório a lojas e bancos. Só faltam lugares pra sair, como um parque”, comenta.

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