O Instituto Pró Cidadania de Curitiba (IPCC) fará no próximo sábado o quarto leilão de móveis restaurados e peças antigas. Serão oferecidos 120 lotes, dos quais 108 formados por móveis restaurados e móveis em pátina. Os demais são lotes de discos antigos em vinil, instrumentos musicais (um piano e quatro órgãos eletrônicos), radiolas, máquinas fotográficas e livros antigos. Os recursos serão destinados aos programas da Fundação de Ação Social (FAS).
Também serão colocados à venda lotes formados por telas de renomados artistas brasileiros, como Luiz Carlos de Andrade Lima, Fernando Calderari, Érico da Silva e Fernando Ikoma.
Neste caso, parte dos recursos irá para os programas da FAS. Não haverá preço mínimo, à exceção das telas, cujo lance inicial será divulgado na hora do pregão.
O leilão, aberto ao público, será na Casa Klemtz (Rua Carlos Klemtz, 523, Bosque da Fazendinha, bairro Portão).
Os lotes poderão ser visitados quinta e sexta-feira (dias 11 e 12) das 8h30 às 12h e das 14h às 17h30. No sábado, dia do leilão, a visitação poderá ser feita pela manhã (das 9h às 12h). O pregão começa às 15h.
O leilão será apregoado em quatro parcelas, sem juros. O pagamento será feito através de cheques. Mais informações e a listagem completa dos lotes estão no site www.sabbagleiloes.pop.com.br.
O leilão da FAS já é uma tradição. “Os móveis que serão leiloados foram doados pela comunidade, pelo telefone 156, do Disque Solidariedade”, disse a presidente do IPCC, Marina Taniguchi. As peças passaram por avaliação de especialistas e foram selecionadas a partir de critérios como qualidade, história, modelo e design. Esses móveis foram levados para o Liceu das Artes e do Restauro Casa Klemtz. “Pessoas da comunidade aprendem, com professores contratados, a arte do restauro”, afirmou a presidente. “Esses móveis que serão leiloados são fruto deste trabalho, de grande repercussão social, já que contribui para a formação profissional de pessoas da comunidade. Os recursos oriundos do pregão servirão para cobrir os custos deste trabalho de capacitação e ainda ajudarão a compor o fundo para os programas da FAS voltados ao atendimento de crianças, idosos e pessoas carentes, além de ações de geração de emprego e renda.”
Os móveis mais simples, também doados pela comunidade e que não apresentem características mais especiais, passam por restauro mais simples. São depois vendidos no Bazar Solidariedade, a preços quase simbólicos, para a população de renda mais modesta.