Guarda Municipal tenta evitar mortes nas cavas

A queda da temperatura neste feriado ajudou a minimizar o problema, mas o risco de afogamento nas cavas do rio Iguaçu coloca a prefeitura em estado de alerta todos os verões. As duas motos da Guarda Municipal que fazem a ronda no Parque Iguaçu estão equipadas com bóias e cordas para agilizar um eventual salvamento. A grande extensão do parque e a insistência das pessoas em mergulhar dificulta a vigilância.

Agentes comunitários de saúde realizaram em novembro uma campanha para reduzir o número de afogamentos nas cavas do Iguaçu. Agentes comunitários de saúde da Unidade Jardim Paranaense percorreram a Vila Pantanal distribuindo panfletos com informações sobre o risco de nadar nas cavas. Ao longo do mês foram distribuídos 5 mil panfletos e colados 500 cartazes em bares e escolas, alertando para o risco de nadar nas cavas.

O principal perigo nas cavas é a existência de galhos, árvores e pedras no fundo e a diferença de profundidade. As cavas são pontos onde ocorreu extração de minerais, como areia e argila. Elas ajudam a conter enchentes, recebendo a água que transborda dos mananciais. Em Curitiba há cavas nos bairros do Boqueirão, Alto Boqueirão, Ganchinho, Tatuquara, Umbará, Campo do Santana e Pinheirinho.

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