Com a greve dos motoristas e cobradores do transporte coletivo de Curitiba chegando ao seu segundo dia, muitos comerciantes e lojistas da região central viram seu movimento despencar vertiginosamente. Um gerente de uma loja de roupas da Praça Carlos Gomes, que não quis se identificar, afirmou que “a situação está precária”.

“Não sabemos de que lado ficar. Não sabemos quem é pior”, desabafou o varejista, que teve queda de 90% em seu faturamento.

Oliveira: “a pior greve de todas.”

O dono de uma banca de jornal também na Praça Carlos Gomes, José de Oliveira, comentou que está tem sido a pior greve de todas. “Antes, pelo menos, era respeitada a frota mínima. Dessa vez, nem isso”.

Para Oliveira, que viu seu movimento reduzir em 80%, a única motivação para abrir a banca com um fluxo baixo de clientes é que “as contas não param”.

Comércio fechado

Como muitos funcionários não conseguiram chegar a seus postos de trabalho, algumas lojas não puderam funcionar e outras operavam com o mínimo de atendentes.