Funcionários dos Correios no Paraná marcaram para esta segunda-feira (7), às 17h, uma assembléia em Curitiba,  para avaliar decisões tomadas na reunião de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho (TST), realizada esta manhã em Brasília.

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  Foto: Daniel Derevecki

De acordo com o secretário-geral do Sintcom-PR, Nilson Rodrigues dos Santos, apenas Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins não decretaram greve.

A paralisação nacional da categoria atinge 23 estados e o Distrito Federal. De acordo com o secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores nos Correios do Paraná (Sintcom-PR), Nilson Rodrigues dos Santos, apenas Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins não decretaram greve.

No Paraná, a adesão subiu de 70% para 85% nesse fim de semana, segundo avaliação do sindicalista. ?Pelo menos 49 municípios paranaenses estão em greve, incluídas todas as médias e grandes cidades do estado. O total de correspondência que deixa de ser entregues no Paraná  passa de 1,5 milhão?, informou Santos.

Na passeata desse fim de semana, com a participação de cerca de 300 funcionários, a categoria  pediu a saída do presidente nacional da empresa, Carlos Henrique Custódio. Para Nilson Rodrigues dos Santos, a responsabilidade da greve é do presidente dos Correios e do ministro das Comunicações, Hélio Costa, ?que por duas vezes não cumpriram o acordo assinado".

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Paralisados desde terça-feira (1º),  os trabalhadores reivindicam  negociação de um plano de carreira, aumento do piso salarial de  R$ 603,00 para R$ 1.119,00 e incorporação definitiva da gratificação de risco de 30% aos salários dos carteiros.