Força estuda pena a pichadores

A força-tarefa criada no começo do ano para combater a pichação em Curitiba ? parceria entre a Guarda Municipal, secretarias, PM e Polícia Civil ? já deteve dezoito pessoas, entre elas sete menores. O grande problema é definir a punição para os vândalos.

Depois que o pichador é autuado, é feita uma reunião de conciliação entre o infrator e a vítima, no caso de um muro particular. Quando o bem é público – em pichações feitas em pontes, viadutos e estátuas- o responsável é o Ministério Público.

Na maioria das decisões, o jovem é obrigado a pintar o muro que pichou. O projeto da Força-Tarefa estabeleceria a prestação de serviço comunitário, sem a necessidade de se cumprir pena em regime fechado ou mesmo de pagamento de multa, como teoricamente acontece hoje. No entanto, segundo o diretor do Juizado Especial Criminal de Curitiba, Francisco Macedo Júnior, ainda não existem definições de como e em que casos seriam aplicadas as penas alternativas.

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