O diretor do IML, Porcídio Vilani, esclareceu que proibiu as visitas por reclamações que recebeu, dando conta do mau comportamento dos alunos. Afirmou que a professora que marcou a aula tinha sido avisada da medida e o comunicado com a proibição fixado nos editais do Instituto.

De acordo com Vilani, as reclamações foram várias. Algumas delas, por exemplo, pela presença dos estudantes na sala de espera, onde tomavam conta dos bancos destinados aos pacientes (como são denominados os familiares), que ficam no aguardo da liberação de corpos. Além disto, comentários e atitudes inconvenientes dos jovens na sala de espera.

Também houve reclamações de casais de namorados se excedendo no IML. Vilani ainda afirmou que não pode liberar o estacionamento aos estudantes porque o pátio não comporta tantos veículos. Para a retomada das aulas práticas, o diretor propõe que os alunos instituam normas de conduta no IML e as levem à diretoria.