Arquitetos interessados em participar do concurso nacional para o Centro Judiciário de Curitiba tiveram ontem a oportunidade de esclarecer suas dúvidas em uma audiência, promovida pela Secretaria de Estado de Obras Públicas. Os profissionais poderão ainda sanar os questionamentos em uma reunião a ser realizada no dia 20 de fevereiro.

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O prazo para entrega dos projetos é 17 de março. A divulgação dos três melhores trabalhos acontece em abril. O governador Roberto Requião e o presidente do Tribunal de Justiça, Tadeu Loyola Brandão, vão escolher o melhor entre os três projetos vencedores. Eles serão premiados com R$ 125 mil (1.º colocado), R$ 75 mil (2.º colocado) e R$ 50 mil (3.º colocado). As obras começam em 2007 e devem durar quatro anos. O investimento é de R$ 200 milhões.

O Centro Judiciário será construído onde hoje está localizada a Prisão Provisória do Ahu. Entre as exigências para os arquitetos está a preservação do prédio principal da Prisão Provisória, construído em 1903 pela Santa Casa de Misericórdia, para a instalação de um manicômio. Três anos depois, o Estado comprou o edifício e, em 1909, começou a funcionar como uma casa prisional. Outro requisito nos projetos é a alta funcionalidade do prédio, que abrigará todas as varas da primeira instância da Justiça em Curitiba.

Segundo o secretário de Estado de Obras Públicas, Luiz Caron, a obra é uma reivindicação antiga de todos os envolvidos no sistema judiciário.

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