A temporada de verão segue a todo vapor e os postos de saúde do litoral paranaense já registraram 2.547 atendimentos relacionados a queimaduras provocadas por águas-vivas desde dezembro. A piazada e os banhistas de todas as idades precisam ficar espertos, já que esses bichinhos aparecem com mais frequência justamente quando a água está mais quentinha e o mar mais tranquilo.
Quem já teve contato com esses animais sabe bem: a ardência é instantânea, a dor é de lascar e o inchaço é inevitável. Os sintomas podem durar de meia hora até um dia inteiro. E o negócio pode ficar sério, viu? Em casos mais graves, a pessoa pode ter enjoos, vômitos, câimbras e até dificuldade para respirar.
Especialistas da Divisão de Vigilância de Zoonoses mandam o recado: percebeu qualquer contato com água-viva? Corre para o posto de guarda-vidas mais próximo! E nem pense em tocar nesses bichos, mesmo quando parecem estar mortos na areia. As sinalizações na praia não estão lá à toa, gente.
E se o azar bateu na sua porta, o Corpo de Bombeiros ensina o que fazer:
– Saia da água e vá direto pro posto de guarda-vidas
– Use vinagre na área atingida e depois lave com água do mar
– E essa é só pros antigos mesmo: não, não pode usar xixi na queimadura! Água doce, gelo e álcool também são proibidos
Para se proteger, a dica é usar camisetas e bermudas de elastano durante o mergulho. Isso vale especialmente para a criançada e os mais velhos, que costumam ser mais sensíveis.
Em situação de emergência, não hesite: ligue 193. E se aparecerem sintomas como febre, confusão mental, falta de ar ou dor que não passa, deixa o sorriso escapar do rosto e corre pro médico!
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