Com o novo sistema, conseguiu-se uma diminuição em dois terços no preço da aeronave: de R$ 150 mil (com motor importado) para cerca de R$ 50 mil. Classificados como aviões experimentais ultraleves, os monomotores são fechados, com dois assentos lado a lado, e tem no lazer a atividade principal. Mas as aplicações são variadas, como na agricultura, monitoramento de oleodutos, fotografias aéreas ou transporte de pequenos valores. Schrappe, que há mais de 30 anos investe no hobby, gosta mesmo é de visitar os amigos.
Por enquanto, há apenas um avião bicombustível no aeroclube, com 19 horas de vôo, e outros 5 em montagem ou já voando pelo Brasil. “A experiência tem sido muito boa”, acentua Schrappe. Segundo ele, indústrias de açúcar e álcool se interessaram, pois podem utilizá-lo no trabalho e difundi-lo, visando a um novo filão de mercado. “No futuro, pode passar a ser totalmente a álcool”, prevê.
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