“A legislação cobre desde banalidade até documentos importantes”, lembrou. Até a aprovação de uma nova lei, Genoino acredita que as famílias dos mortos e desaparecidos políticos têm direito a essas informações.
Para ele, houve um amadurecimento da sociedade, que permite a alteração. Na Assembléia Nacional Constituinte, houve uma tentativa, frustrada, de incluir um artigo que classificaria os documentos em confidenciais, sigilosos, secretos e ultra-secretos.
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