O GP do Brasil de F-1 será realizado dia 22 de outubro, mas os organizadores já correm com os preparativos do Autódromo de Interlagos. Hoje, na primeira reunião do Conselho Consultivo, realizada no escritório da Globo, foi definido o orçamento mínimo necessário para realização do evento: R$ 27 milhões.
Três aspectos novos foram discutidos. Adequação ao Estatuto do Torcedor, que prevê numeração dos assentos e cobrança da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) para trabalhar no evento, com gastos em confecção de cavalates, alimentação dos fiscais, por exemplo, e fiscalização maior com os ingressos de meia-entrada. Especula-se que o valor chegue a R$ 250 mil. "Esse valor é um absurdo", reclamou Tasso Gadzanis, vice-presidente da SPTuris (novo nome da Anhembi Turismo).
Quanto à numeração dos assentos, Gadzanis explica que seria impossível renumerar todos os ingressos, uma vez que eles já foram confeccionados. "Os ingressos já estão prontos, as tarjas são magnetizadas. O estatuto não foi feito para Fórmula 1, mas em função do futebol.
Segundo Tamas Rohonyi, promotor do GP Brasil de F-1, todos os organizadores estão preocupados com a posição da CET. "No ano passado, a CET não exigiu nada. Nossa colaboração foi de R$ 80 mil", explicou.


