Operação Pororoca: Polícia Federal ouve em Macapá mais três suspeitos

A Polícia Federal mantém em sigilo os nomes de três autoridades que serão ouvidas ainda hoje, por envolvimento em esquema de fraudes em obras públicas, descoberto pela Operação Pororoca.

Deflagrada pela Policia Federal, a operação prendeu 32 pessoas, e agora as autoridades começaram a chamar outros possíveis envolvidos, descobertos nas escutas telefônicas feitas pela PF durante dois anos de investigações.

Os depoimentos serão prestados ao delegado Tardelli Boaventura, coordenador da operação, e ao superintendente da Policia Federal no Amapá, Aldair da Rocha. "Estamos ouvindo pessoas que foram citadas nas gravações, por enquanto. Se houver pedido de prisão, partirá do Ministério Público Federal", informou Rocha.

A previsão dos delegados federais que atuam no caso, é de que os inquéritos sejam concluídos no próximo dia 7 de dezembro. A partir daí, serão encaminhados ao Ministério Público Federa.

Das 32 pessoas presas durante a operação, apenas quatro continuam cumprindo prisão preventiva, três deles na carceragem da PF: os empresários Francisco Gilberto Leite, Luiz Eduardo Corrêa, e o secretário municipal de Obras de Macapá, Geovani Cóleman.

Os advogados do presidente da Companhia Docas do Porto de Santana, Rodolfo dos Santos Juarez, apresentaram um atestado médico e conseguiram a transferência de seu cliente para o quartel da Polícia Militar.

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