A União Europeia (UE) disse hoje que planeja congelar os bens e ativos do presidente deposto da Tunísia, Zine El Abidine Ben Ali, e de sua esposa, a ex-primeira-dama Leila Trabelsi.

No encontro mensal dos 27 chanceleres dos países do bloco, os ministros afirmaram que também farão esforços para ajudar a Tunísia a se mover em direção a uma regime plenamente democrático, após a autocracia de Ben Ali, que durou 23 anos. O ex-governante tunisino e sua mulher fugiram em 14 de janeiro, em meio a uma revolta popular, para a Arábia Saudita.

A Tunísia emitiu ordens internacionais de prisão contra Ben Ali, o acusando de corrupção e de tirar dinheiro ilegalmente do país. Em Bruxelas, a UE informou que, em coordenação com as novas autoridades da Tunísia, “adotou medidas restritivas contra indivíduos responsáveis pela apropriação indevida de fundos do Estado” tunisino. As informações são da Associated Press.