O procurador-geral de Portugal, Fernando Pinto Monteiro, orientou a polícia a encerrar a investigação sobre o desaparecimento da menina inglesa Madeleine McCann por falta de evidências. O caso será arquivado e só poderá ser reaberto se surgirem novas evidências que justifiquem mais investigações. A menina desapareceu em maio de 2007, alguns dias depois de ter completado quatro anos de idade, quando a família McCann passava férias no Algarve, extremo sul de Portugal. O gabinete de Pinto Monteiro informou que os 14 meses de inquérito não resultaram em evidências de que algum crime tenha sido cometido pelas três pessoas apontadas como suspeitas: os pais de Madeleine, Kate e Gerry McCann, e o britânico Robert Murat.