A Lua voltou a ser o principal destino da exploração espacial, mas desta vez o objetivo é estabelecer uma colônia humana permanente. O Polo Sul lunar concentra as atenções das agências espaciais por guardar água congelada em crateras que nunca recebem luz solar — um recurso que pode garantir a sobrevivência de astronautas e ainda ser transformado em combustível para viagens mais distantes no espaço.

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A Nasa já planeja construir ali uma base fixa com reator nuclear, enquanto as primeiras missões tripuladas do programa Artemis devem chegar à região em 2028 para confirmar quanto gelo realmente existe e se será possível explorá-lo.

Além da sobrevivência humana, a água lunar pode ser processada para gerar oxigênio e combustível para foguetes. Diante desse potencial, segundo a agência EFE, a Nasa planeja construir no Polo Sul uma base fixa equipada com reator nuclear para garantir o fornecimento contínuo de eletricidade.

A geografia da região oferece condições estratégicas divididas em duas zonas: áreas de iluminação solar prolongada para geração de energia e crateras em sombra permanente a -203 ºC, que preservaram gelo e compostos voláteis por bilhões de anos. Contudo, os desafios técnicos são severos.

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A noite lunar dura duas semanas terrestres e o ambiente extremo impõe riscos aos equipamentos. As dúvidas sobre o volume real de água e a viabilidade de exploração devem começar a ser respondidas a partir de 2028, com as missões tripuladas do programa Artemis.