O parlamento do Iraque rejeitou pela segunda vez um projeto de lei permitindo que exércitos estrangeiros, além dos Estados Unidos, permaneçam no país até o final do ano. O projeto de lei autorizaria todas as forças estrangeiras a permanecerem no Iraque até o final de julho do ano que vem.

A proposta foi apresentada pelo governo do primeiro-ministro, Nouri al-Maliki. Espera-se que o projeto seja aprovado na terceira e última apresentação ao parlamento. Os políticos que se opõem à lei são, na maioria, leais ao clérigo xiita radical Muqtada al-Sadr.

A lei substituiria o mandato das Nações Unidas, que vence em 31 de dezembro, para permanência dos exércitos dos Estados Unidos, o Reino Unido, a Austrália, El Salvador, Estônia e Romênia no país. A Austrália tem o maior contingente depois dos EUA e do Reino Unido, com mil soldados, seguido pela Romênia (501), El Salvador (200) e Estônia (40).