ONU condena ex-ministra de Ruanda por genocídio

O Tribunal Internacional Criminal para Ruanda da Organização das Nações Unidas (ONU) condenou Pauline Nyiramasuhuko, ex-ministra da Família e Assuntos Femininos do país, à prisão perpétua por crimes de guerra e incitamento ao estupro. Trata-se da primeira mulher a ser condenada pela corte internacional.

O filho de Nyiramasuhuko, Arsene Ntahobali, ex-líder miliciano, recebeu a mesma sentença. Nyiramasuhuko e Ntahobali foram condenados por genocídios, crimes de guerra e crimes contra a humanidade, dentre eles estupro. A ONU anunciou o veredicto hoje. Segundo o tribunal, mãe e filho ajudaram a sequestrar centenas de tutsis, que foram agredidos, estuprados e mortos.

A corte julga suspeitos do genocídio de 1994 em Ruanda, quando pelos menos 500 mil tutsis e hutus moderados foram assassinados durante os 100 dias de conflitos étnicos. As informações são da Associated Press.

Grupos de WhatsApp da Tribuna
Receba Notícias no seu WhatsApp!
Receba as notícias do seu bairro e do seu time pelo WhatsApp.
Participe dos Grupos da Tribuna
Voltar ao topo
O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Ao comentar na Tribuna você aceita automaticamente as Política de Privacidade e Termos de Uso da Tribuna e da Plataforma Facebook. Os usuários também podem denunciar comentários que desrespeitem os termos de uso usando as ferramentas da plataforma Facebook.