O Itamaraty e o Ministério da Justiça receberam com otimismo a informação de que autoridades judiciais de Mônaco expressaram "interesse" e "boa vontade" em colaborar com o governo brasileiro no caso de Salvatore Cacciola. Condenado no Brasil a 13 anos de detenção, em 2005, o ex-banqueiro recebeu voz de prisão da Interpol no último sábado no centro de Monte Carlo.
Essa manifestação foi colhida nesta terça-feira (18), em Mônaco, pela diplomata Maria Laura da Rocha, designada pelo Itamaraty para acompanhar o andamento do caso. A Justiça de Mônaco decidiu pela permanência de Cacciola na prisão até a formalização do pedido de extradição pelo Brasil, que deverá ser encaminhado por Brasília, o mais tardar, no início da próxima semana.
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