Libertados suspeitos de complô para matar Evo

Atendendo ao pedido de um promotor da cidade boliviana de Santa Cruz, a Justiça boliviana libertou dois suspeitos de prepararem um atentado contra o presidente Evo Morales, apesar de o governo boliviano ter afirmado que o incidente foi uma "tentativa de magnicídio." "Queremos denunciar que a promotoria não está cumprindo com o seu trabalho", disse o vice-ministro do governo, Rubén Gamarra. Ele argumentou que os suspeitos "foram detidos com armas e mesmo assim foram libertados horas depois.

O promotor Willians Torres, que cuidou do caso em Santa Cruz, disse que pediu a liberdade dos dois detidos porque "não é crime portar armas." Segundo Torres, os suspeitos foram detidos em um local distante do aeroporto onde Morales chegaria. "Não havia motivo para eles continuarem na prisão, mas prosseguiremos com as investigações." Os dois suspeitos militam na União da Juventude Cruceñista (UJC), um grupo de direita ligado a opositores que habitualmente promovem distúrbios contra o atual governo de esquerda, informou o Ministério de Interior da BolíviaAtendendo ao pedido de um promotor da cidade boliviana de Santa Cruz, a Justiça boliviana libertou dois suspeitos de prepararem um atentado contra o presidente Evo Morales, apesar de o governo boliviano ter afirmado que o incidente foi uma "tentativa de magnicídio." "Queremos denunciar que a promotoria não está cumprindo com o seu trabalho", disse o vice-ministro do governo, Rubén Gamarra. Ele argumentou que os suspeitos "foram detidos com armas e mesmo assim foram libertados horas depois.

O promotor Willians Torres, que cuidou do caso em Santa Cruz, disse que pediu a liberdade dos dois detidos porque "não é crime portar armas." Segundo Torres, os suspeitos foram detidos em um local distante do aeroporto onde Morales chegaria. "Não havia motivo para eles continuarem na prisão, mas prosseguiremos com as investigações." Os dois suspeitos militam na União da Juventude Cruceñista (UJC), um grupo de direita ligado a opositores que habitualmente promovem distúrbios contra o atual governo de esquerda, informou o Ministério de Interior da Bolívia,

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