O chefe da Polícia Nacional do Iraque, general Hussein al-Awadi, traçou neste domingo (7) planos para proteger áreas importantes do país, incluindo o Banco Central e sítios arqueológicos. Os iraquianos estão ganhando mais responsabilidades no país, após a recente aprovação de um pacto de segurança com os Estados Unidos.

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Apesar do aumento das medidas de segurança e de uma forte queda na violência durante o último ano, os ataques continuam e isso levanta preocupações em relação à capacidade das forças iraquianas de garantir a segurança no país, à medida que os norte-americanos se preparam para a retirada, em 2011.

Awadi afirmou que um batalhão de entre 500 e 600 policiais será destacado para proteger o Banco Central, em Bagdá. Também será criada uma nova agência para dar segurança a sítios arqueológicos e antiguidades, que enfrentaram grandes saques após a invasão norte-americana, em 2003, e ainda não foram totalmente recuperados.

Diretório

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O comandante da polícia afirmou que um diretório foi estabelecido para proteger embaixadas e missões diplomáticas, que vão eventualmente incluir a embaixada dos EUA. Além disso, Awadi informou que a Polícia Nacional vai trabalhar com o Ministério do Interior para criar uma força de proteção para a Zona Verde, a área fortemente protegida no centro de Bagdá, onde fica a Embaixada dos EUA e a sede do governo do Iraque.

O Iraque assinou no fim de novembro um pacto com os EUA que tem efeito a partir de 1º de janeiro de 2009 e vai permitir que as forças norte-americanas permaneçam no país por mais três anos, com vigilância mais estrita das tropas iraquianas.

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