O governo do Irã admitiu neste sábado que pelo menos três pessoas presas durante os protestos que sucederam as eleições presidenciais de junho morreram em consequência de torturas.

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Segundo comunicado divulgado hoje, 12 oficiais da penitenciária de Kahrizak foram indiciados e três, acusados de premeditar as mortes. A oposição afirma que 72 pessoas foram mortas após serem detidas. Teerã nega a acusação.

A inesperada admissão de que ocorreram mortes sob tortura segue-se a meses de persistentes negativas de autoridades locais de que teria havia morte de manifestantes por abusos. As informações são da Associated Press.

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