Golpista do Société Générale é solto

O jovem de 31 anos suspeito de ser autor de golpes que causaram perdas financeiras de 4,9 bilhões de euros ao banco francês Société Générale ganhou liberdade provisória ontem. Jérôme Kerviel, operador da instituição, estava detido desde sábado na Brigada Financeira, um braço da polícia da França. Ele prestou depoimentos nos quais reconheceu que tomava posições de risco em nome da empresa.

Kerviel disse que desde 2005 criava operações fictícias para dissimular posições especulativas. A compra de ativos que ele realizou somou, de acordo com o banco, 48 bilhões, que foram renegociados pela instituição entre segunda e quarta-feira passadas em bolsas européias, em especial em Londres e Frankfurt. Segundo Kerviel, a perda de 4,9 bilhões teria sido causada pela "precipitação" do Société Générale em devolver os títulos ao mercado.

Kerviel negou que tenha enriquecido com as operações e disse agir de acordo com os interesses do banco. Confirmou que tinha "relativa liberdade? e conhecia os sistemas informatizados de controle por ter trabalhado cinco anos no setor encarregado de monitorar "operadores".

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