Os gatos pretos não trazem azar e, contrariamente ao que os supersticiosos sempre acreditaram, podem ser decisivos para a luta contra algumas doenças incuráveis, como a Aids.

A afirmação foi feita por um grupo de cientistas americanos da Universidade de Maryland, dirigidos por Stephen O?Brien e Eduardo Eizirik.

Partindo da constatação de que os felinos negros são mais resistentes que outros, os pesquisadores descobriram que o pêlo negro é fruto de uma série de modificações genéticas, algumas das quais vinculadas, nos seres humanos, a infecções como a Aids.

O ponto de partida da pesquisa era uma simples pergunta: “Por que há jaguares, leopardos e gatos pretos, enquanto não existem tigres nem leões pretos?”

Os pesquisadores descobriram então que o pêlo negro é fruto de uma mutação genética, não muito diferente daquela que ocorre nos seres humanos ruivos.

Uma mutação genética os torna mais resistentes e o desenvolvimento desse descobrimento pode no futuro fazer com que os seres humanos se tornem mais resistentes a algumas doenças consideradas incuráveis.