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Funcionários públicos da Argélia entram em greve contra reforma fiscal

Professores, trabalhadores da área da saúde e funcionários públicos da Argélia começaram uma greve de três dias em protesto aos planos do governo de cortar gastos e de aumentar a idade da aposentadoria como parte da reforma fiscal planejada para 2017.

Alguns alunos receberam o dia de folga nesta segunda-feira, quando as escolas descobriram que não havia professores suficientes.

A chefe da Associação Nacional do Pais, Djamila Khiar, denunciou a ação dos 12 sindicatos que estão em greve, afirmando que os professores “não têm o direito de usar os alunos” como forma de pressionar pelas suas demandas.

O plano do governo argelino é o de aumentar os impostos, congelar alguns salários e fixar uma idade mínima de 60 anos para aposentados a fim de reverter uma queda na receita do país.

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