EUA terão orientação mais rígida para tratar do Ebola

Novas e mais rigorosas orientações para o tratamento dos pacientes com Ebola exigirão que agentes de saúde tenham o total de seu corpo coberto e que sejam monitorados enquanto colocam e retiram os equipamentos de proteção, disse o diretor do Instituto Nacional de Doenças Infecciosas e Alérgicas, do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, Anthony Fauci.

De acordo com Fauci, as atuais orientações foram baseadas nas regras da Organização Mundial de Saúde, as ainda permitem que partes do corpo dos que estão tratando de infectados fiquem expostas. “Queremos que todo o corpo esteja coberto”, afirmou. Ele não especificou quando essas novas orientações serão feitas aos hospitais norte-americanos.

Em Ohio, autoridades de saúde passaram a exigir que residentes do Estado que estejam se auto monitorando por contato com ambiente que foi exposto ao vírus, não deixem os Estados Unidos. Essas pessoas também devem se reportar diariamente a um agente do departamento de saúde.

De acordo com o comunicado do Departamento de Operações de Emergência de Ohio, a ordem para que permaneçam no país é necessária por conta da inabilidade de acompanhá-las se deixarem de comparecer diariamente ao departamento de saúde. O departamento informou que 73 pessoas estão subordinadas as novas regras e que outros 52 estão se auto monitorando com risco menor de contaminação. Há ainda outras 28 pessoas sendo acompanhadas de perto.

Não existe caso de Ebola confirmado em Ohio, mas o estado mantém três pessoas em quarentena por contato direto com a enfermeira de Dallas, Amber Vinson, que ajudou a cuidar de Thomas Eric Duncan e agora está sendo tratada por infecção com o vírus.

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