O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou neste domingo que o país e seus aliados “não descansarão” na luta contra o Estado Islâmico e insistiu que o mundo não irá aceitar os ataques do grupo contra civis em Paris e em outras regiões como algo “normal”.

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“A arma mais poderosa que nós temos é dizermos que não temos medo”, disse Obama, no encerramento de sua viagem de nove dias para a Turquia, Filipinas e Malásia, que foi ofuscadas pelos ataques em Paris.

O presidente dos EUA também pressionou o presidente da Rússia, Vladimir Putin, a se juntar a coalizão liderada pelos norte-americanos, destacando que o Estado Islâmico foi acusado de derrubar o avião russo no balneário de Sharm El-Sheikh, matando 224 pessoas.

“Ele precisa ir atrás das pessoas que mataram os cidadãos russos”, disse Obama de Putin.

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Obama realizou um discurso na Malásia logo antes de voltar para Washington. Durante sua viagem, Obama se encontrou com Putin durante o intervalo de uma cúpula internacional.

Na viagem, Obama focou sua ira contra o Partido Republicando, criticando duramente políticos e os candidatos à presidência do partido, que na semana passada, votaram na Câmpara a favor da paralisação da entrada de refugiados nos EUA da Síria e do Iraque e sugeriram proibir a entrada de refugiados muçulmanos no país.

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O presidente dos EUA afirmou que o Estado Islâmico “não pode nos vencer no campo de batalha então eles tentam nos aterrorizar e nos deixar com medo. Ele são assassinos com uma boa mídia social”. Fonte: Associated Press.