Os equatorianos terão de optar neste domingo entre um candidato que promete continuar a plataforma populista do presidente Rafael Correa ou um dos vários candidatos mais conservadores que se comprometem a atacar a corrupção e a cortar impostos para estimular a economia. As pesquisas sugerem que será uma eleição apertada, sem nenhum candidato com votos suficientes para vencer já no primeiro turno. Um terço dos eleitores até recentemente estavam indecisos.

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O resultado será acompanhado de perto na América Latina, onde líderes da Argentina, Brasil e Peru assumiram o poder nos últimos 18 meses após o fim de um boom das commodities que impulsionou líderes da esquerda, como Correa.

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Fora da América Latina, grande parte do interesse pelas eleições está concentrada em Julian Assange, fundador do WikiLeaks, e em sua capacidade de permanecer na embaixada equatoriana em Londres.

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O candidato do partido no poder, Lenin Moreno, que é o sucessor escolhido por Correa, indicou que apoiaria a permanência de Assange. Mas seu principal adversário, O ex-banqueiro Guillermo Lasso, indicou em entrevistas que ele iria desalojar o ativista australiano dentro de 30 dias após tomar posse.