Apesar de o comitê do Prêmio Nobel da Paz manter os indicados em segredo até a data do anúncio oficial do escolhido, em outubro, algumas das pessoas responsáveis pelas sugestões revelaram hoje alguns dos indicados.

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A política Erna Solberg, líder do Partido Conservador da Noruega, disse ter indicado a ativista russa pelos direitos humanos Svetlana Gannushkina e seu grupo, o Memorial.

Kwame Anthony Appiah, professor de filosofia da prestigiada Universidade de Princeton, disse ter indicado Liu Xiabo, chinês detido recentemente por oposição ao governo.

Já a edição italiana da revista Wired diz que indicou a internet, por promover o diálogo e a democracia. A revista informou que Shirin Ebadi, laureada com o prêmio em 2003, assinou a indicação.

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