Ex-amigos de Anders Behring Breivik, autor confesso de um massacre em julho do ano passado na Noruega, disseram que ele parecia profundamente deprimido e apresentava tendências femininas, o que levou alguns deles a acreditar que ele pudesse ser gay.

Três dos ex-amigos de Breivik declararam ao Tribunal Distrital de Oslo nesta terça-feira que, cinco anos antes do massacre, ele mudou-se de novo para a casa de sua mãe e encerrou todos os contatos sociais.

Os amigos, que não quiseram que seus nomes fossem divulgados, testemunharam durante o julgamento de Breivik, enquanto o réu estava numa sala contígua.

Breivik matou 69 pessoas a tiros na ilha de Utoya, em 22 de julho, depois de ter explodido uma bomba no centro de Oslo, que deixou oito mortos. As informações são da Associated Press.