Os bons resultados mostrados pela pesquisa As micro e pequenas empresas na exportação brasileira, divulgada hoje pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae), indicam que melhoram a cada ano as condições para a pequena empresa manter suas vendas externas de forma contínua. A partir de novembro, a pesquisa, realizada pela Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex), será atualizada semestralmente para melhor acompanhamento do setor.
Grande parte do bom desempenho do segmento é conseqüência de ações governamentais de estímulo à exportação, como o Consórcio de Exportadores criado pela Agência de Promoção de Exportações do Brasil (Apex Brasil/MIDCT), o programa Exporta Fácil, dos Correios; a Rede Nacional de Agentes do Comércio Exterior e a diversificação da pauta exportadora nacional, que incorporou novas empresas e produtos ao mercado internacional.
?Além de aumentar o emprego, a exportação amplia as opções de mercado, agrega novas tecnologias, aumenta os padrões de qualidade e induz ao aperfeiçoamento da qualificação da mão-de-obra?, ressaltou o gerente de Estratégias e Diretrizes do Sebrae, Gustavo Morelli. Ele explicou que a pesquisa abordou diversos aspectos empresariais, como destino das exportações, classes de produtos, freqüência exportadora, grau de tecnologia e dinamismo dos produtos exportados.
A pesquisa foi feita em todos os estados e no Distrito Federal, com as 11.271 exportadoras industriais do país. A metodologia utilizada considerou micro empresa aquela com até 19 empregados e exportações anuais de até US$ 300 mil, e pequena a empresa com 20 a 99 empregados e exportações anuais entre US$ 300 mil e US$ 2,5 milhões.
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